Mostrando postagens com marcador Temas Polêmicos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Temas Polêmicos. Mostrar todas as postagens
sábado, 10 de dezembro de 2011
sábado, 3 de dezembro de 2011
A espiritualidade humana pode ajudar o futuro sustentável
Dalai Lama ensina que o valor real de alguma coisa não é sua capacidade de satisfazer uma vontade, uma vaidade, mas de atingir a necessidade de bem-estar
Isso mesmo, acredito em "sustentabilidade espiritual". Claro que sei da importância da ecologia, da agricultura orgânica, das fontes alternativas de energia, mas entendo que a base para dinamizar essas urgentes propostas é a espiritualidade humana: confiança e generosidade.
Sugestão que sinto válida nos dias atuais: crescer espiritualmente ao compreender que, embriagados de desejo material, batizados na cultura do consumo, afastamos possibilidades de felicidade. Precisamos extirpar de dentro de nós essa fome perpétua e opressora, avaliar as coisas ao redor de maneira diferente, buscando outras possibilidades, de maior valorização dos conhecimentos.
Simples assim: pertencemos à Terra, e não vice-versa. O mundo moderno fala muito de valor; o esoterismo segue preocupado com os sentidos, diferença brutal de escolha. Nesse sentido, admiro cada vez mais o Dalai Lama. Pena que não sejam noticiadas suas reflexões sobre justiça e economia, sua lúcida crítica aos excessos de desejo e cobiça, perigos corrosivos da cupidez.
Geralmente o líder dos monges tibetanos é retratado como "bonzinho", dotado de uma sabedoria que alcança o outro mundo sem chegar muito perto deste. Um engano. Sua base espiritualista não é uma grande tenda de incensos, é sim uma "tecnologia do eu" (para usar uma expressão da moda) que pode ser empregada contra as sombras vorazes da nossa realidade.
Dalai Lama ensina que o valor real de alguma coisa não é sua capacidade de satisfazer uma vontade, uma vaidade, mas de atingir a necessidade de bem-estar. Como não elogiar tal compreensão? Como não aceitar que, cedo ou tarde, adotaremos essa visão - para maior liberdade e justificativa do viver.
Marina Gold
http://vidaeestilo.terra.com.br/esoterico/interna/0,,OI5487755-EI14323,00-A+espiritualidade+humana+pode+ajudar+o+futuro+sustentavel.html
Salvemos o Planeta!
Estou louca para ver os indígenas que serão prejudicados pela construção das usinas em Belo Monte pintados e armados para a guerra, invadindo o Planalto e o Congresso. Será que assim alguém vai aprender?
Leiam com muita atenção, e guardem esta informação: informo a todos que, assistindo no Globo Repórter toda a mata nativa e fauna que será destruída para a construção de usinas na Amazônia, eu NÃO VOTO MAIS NO PT e nem em qualquer outro partido. Hipocrisia e charlatanismo tem limite. Quem não gostou que vá pastar.
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Texto para a Prova Trimestral de Português - Turmas 6ªB e 6ªC (3º Trimestre 2011)
Os discos voadores
Eu por mim acredito. Por que não acreditaria? Nada vejo que justifique a descrença. Acredito em tudo. Que têm 15 metros de diâmetro, que são feitos de um metal desconhecido, brilhante como uma prata polida, que se compõem de três círculos concêntricos dos quais só um - o do meio - gira, fazendo o engenho mover-se; acredito que deixem um rastro luminoso por onde andam - decerto a poeira fosforescente dos mundos siderais que percorreram. E acredito, principalmente, que sejam pilotadas por homúnculos de meio metro de estatura, macrocéfalos, horrendos, vindo sabe Deus de que planeta, Marte, Vênus ou Saturno.
Ah, acredito. Por que não seria verdade? Todo o mundo os tem visto, no Oriente e no Ocidente, no Pacífico e no Atlântico, nas costas da Califórnia, no Peru e no Amazonas, em Maceió, no Uruguai; e até mesmo aqui no Rio teve um cavalheiro que os viu durante 45 minutos; viu-os com os seus olhos que a terra há de comer, se me permitem a expressão, e por sinal chamou a radiopatrulha, no que seu mostrou homem muitíssimo avisado.
Ilusão coletiva uma conversa. Também a bomba voadora dizia-se que era ilusão coletiva. O povo sabe muito bem onde põe os olhos e os jornais contam muito mais verdades do que o supõe o ingênuo público, viciado a acreditar em desmentidos. Se tanta gente tem visto discos voadores, é porque há discos voadores. E afinal de contas, neste mundo de aparência, quem é que pode distinguir da realidade a dita aparência, e até onde se pode afirmar que uma coisa é concreta ou é ilusão dos sentidos? Arco-íris também é ilusão dos sentidos e neste mesmo instante lá está um, brilhando no céu, entre as nuvens molhadas, luminoso e autêntico como um corpo vivo...
Ah, os que não acreditam! Ah, os que zombam! Ah, os sábios que espiam nos seus estúpidos telescópios e negam o que o olho nu enxerga! Medem as estrelas com suas réguas, e depois vêm-nos dizer que não há perigo, que nos assustamos com simples meteoro. Isso mesmo deviam declarar os pajés das tribos americanas aos guerreiros assustados que pela primeira vez avistaram as asas das caravelas subindo no horizonte. São pássaros, são raios de sol − são sonhos dos olhos! E assim os brancos chegaram, e acharam os guerreiros desprevenidos e inermes. O mesmo sucederá conosco. É mais cômodo duvidar, é muito mais fácil afirmar que tudo é engano e mentira.
E, enquanto isso, os discos voadores partem aos milhares das suas bases de céu além, e cortam zumbindo o éter vazio, e escolhem para o seu pouso o que há de mais bonito e mais sedutor no mundo − a Califórnia, o Golfo do México, a Itália, as praias amenas do Atlântico Sul...
Rachel de Queiroz
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Alteração do ECA - Violência contra Professores
Projeto de Lei 267/11
A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 267/11, da deputada Cida Borghetti (PP-PR), que estabelece punições para estudantes que desrespeitarem professores ou violarem regras éticas e de comportamento de instituições de ensino. Em caso de descumprimento, o estudante infrator ficará sujeito a suspensão e, na hipótese de reincidência grave, encaminhamento à autoridade judiciária competente. A proposta muda o Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei 8.069/90) para incluir o respeito aos códigos de ética e de conduta como responsabilidade e dever da criança e do adolescente na condição de estudante. Indisciplina De acordo com a autora, a indisciplina em sala de aula tornou-se algo rotineiro nas escolas brasileiras e o número de casos de violência contra professores aumenta assustadoramente. Ela diz que, além dos episódios de violência física contra os educadores, há casos de agressões verbais, que, em muitos casos, acabam sem punição. O projeto, que tramita em caráter conclusivo, será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Educação e Cultura; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
sábado, 4 de junho de 2011
MEC irá apurar erros em livros distribuídos em 37 mil escolas rurais
Na publicação se aprende que 10-7=4
O Ministério da Educação distribuiu no ano passado a 37 mil escolas rurais um material didático com erros de matemática e diagramação. Nele se aprende, por exemplo, que 10-7=4 e que 16-8=6.Há ainda exercícios que remetem à página errada e frases incompletas. Um dos exemplos é a frase: "Invente mais três apelidos para a Mônica e explique o".
A coleção na qual os erros foram detectados tem obras sobre matemática, língua portuguesa, ciências, geografia e história. Ela foi elaborada por 10 autoras que, de acordo com o MEC, fazem material para as escolas rurais desde 1998.
Somente na versão distribuída no ano passado, no entanto, é que foram detectados problemas. O ministério pagou no total R$ 14 milhões pela coleção, incluindo impressão e distribuição.
Os livros da coleção foram enviados a escolas rurais com turmas multisseriadas do 1º ao 5º ano, em que uma professora dá aula para alunos de mais de uma série. O total de estudantes prejudicados, de acordo com o MEC, é de cerca de 300 mil, menos de 1% do ensino público.
Os erros foram detectados por professores de universidades federais, segundo o secretário-executivo do MEC, José Henrique Paim Fernandes, em uma revisão feita a pedido da pasta.
Após a constatação, o ministério decidiu enviar aos coordenadores do programa de educação no campo uma orientação para que o uso do material seja suspenso. Também foi pedida à Controladoria-geral da União uma sindicância para apurar as eventuais responsabilidades pelos erros e pela falta de revisão.
ZERO HORA
segunda-feira, 23 de maio de 2011
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Supremo aprova união homoafetiva
Decisão foi por unanimidade
Por unanimidade, os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiram pelo reconhecimento da união estável para casais homossexuais. A votação, que iniciou às 14h, terminou por volta das 20h30min. O Ministro Dias Toffoli não participou do julgamento, pois atuou numa das ações quando foi advogado-geral da União. Assim, foram 10 votos a favor e nenhum contrário.O relator, Ayres Britto, julgou ainda na tarde dessa quarta-feira procedentes as ações que buscam o reconhecimento legal da união homoafetiva como entidade familiar. Britto afirmou que o conceito constitucional de família ou entidade familiar é aberto e comporta cidadãos do mesmo sexo. Os outros noves ministros fizeram suas colocações e apoiaram o relator.
Entenda o julgamento
Duas ações estavam em pauta. A primeira, ajuizada em fevereiro de 2008, é do governador reeleito do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral. Ele pede que o Código Civil e o Estatuto dos Servidores Civis do estado não façam qualquer discriminação entre casais heterossexuais e homossexuais no que diz respeito ao reconhecimento legal da união estável. A ação afirma que posicionamentos discriminatórios vão de encontro a princípios constitucionais, como o direito à igualdade e à liberdade e o princípio da dignidade da pessoa humana.
A ação também alega que a situação atual, com sentenças conflitantes no estado e em todo o país, contraria o princípio constitucional da segurança jurídica. O governador afirma ter interesse na ação porque, no estado do Rio, há um grande número de servidores que mantêm união estável com pessoas do mesmo sexo. O governador também afirma que, como há muitos casais homossexuais no Rio, se vê na obrigação de pleitear o direito dessa parcela dos cidadãos do estado.
A outra ação analisada foi da Procuradoria-Geral da República, ajuizada em julho de 2009. O pedido é semelhante: que o STF declare obrigatório o reconhecimento, no Brasil, da união de pessoas do mesmo sexo como entidade familiar. Também pede que os mesmos direitos dos casais heterossexuais sejam garantidos aos casais homossexuais.
O processo, de 322 páginas, tramitava sob responsabilidade da ministra Ellen Gracie até março deste ano, quando foi redistribuído para o ministro Ayres Britto. Além da procuradora federal dos Direitos do Cidadão, Ela de Castilho, o documento também é assinado por diversas instituições que militam em favor dos direitos dos homossexuais.
ZERO HORA
sábado, 2 de abril de 2011
No Dia do Autismo, cidades se iluminam para chamar atenção sobre transtorno
A ideia é mostrar que o amor, a solidariedade e a dedicação são remédios infalíveis
Lâmpadas e faixas azuis estarão espalhadas neste sábado, 2 de abril, Dia Mundial de Conscientização do Autismo, por municípios gaúchos. A ideia é informar a população sobre o transtorno e mostrar que o amor, a solidariedade e a dedicação são remédios infalíveis. Foi essa união que fez de Guilherme, 12 anos, um menino especial.
Esses três ingredientes estimularam o lado cognitivo do garoto que, aos dois anos e meio de idade, teve o autismo diagnosticado. A mãe, de 47 anos, recebeu a notícia do transtorno com desespero, mas reuniu forças e, desde então, esforça-se para que o menino tenha uma vida normal.
Guilherme é diferente das outras crianças da idade dele. Conviver em sociedade o estimulou a conquistas que enchem de orgulho também as irmãs de 26 anos e 28 anos. Ele tem alguns atrasos no cotidiano, como ter deixado as fraldas aos sete anos, mas em compensação a sua facilidade com idiomas e o envolvimento com os livros fizeram com que, na mesma idade, já falasse inglês, espanhol e francês fluentemente.
As identidades dessa história foram preservadas a pedido da mãe para que o desenvolvimento do filho, que está na 6ª série do Ensino Fundamental de uma escola particular de Porto Alegre, não seja prejudicado.
O autismo é um transtorno de desenvolvimento definido por alterações que costumam se manifestar antes dos três anos e se caracteriza por comprometimentos na comunicação, na interação social e no uso da imaginação. Isso não impede que a criança frequente uma escola tradicional, como é o caso do Guilherme.
— Como ele tem facilidade com línguas, ele acaba ajudando colegas com dificuldades — conta mãe.
Conforme a psicóloga Viviane Ortiz, as crianças autistas são incapazes de entender ironias, perceber sutilezas em comportamentos ou diferenciar sentimentos.
— Eles são extremamente literais — explica a psicóloga.
Ausência de percepção e pouca sensibilidade não significam que não sejam afetivos. A psiquiatra Juliana Richter Dreyer explica que eles têm uma forma diferente de contato físico e que depende da família descobrir como seu filho gosta de demonstrar e receber amor:
— Geralmente, são intolerantes ao toque e não conseguem olhar no olho das pessoas. O modo de fazer carinho deles é diferente.
Para a médica, o segredo está em a família aceitar a criança como ela é.
O dia dedicado a debater o autismo foi instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2008 e ocorre simultaneamente ao redor do mundo.
O transtorno
:: Ainda não se sabe o que causa o autismo, mas acredita-se que seja genética. É um transtorno de desenvolvimento. Geralmente está associado a doenças genéticas, como a síndrome do X frágil. O problema é descoberto por volta dos três anos.
Características do autista
:: Em geral, aparece acompanhado de outras doenças. As mais comuns são epilepsia, retardo mental e rigidez muscular
:: Tem dificuldade de comunicação. A fala pode não se desenvolver
:: O convívio em sociedade é prejudicado. Não sabe medir sentimentos. Assim, se algo os incomoda, não raro encontra os gritos como saída
:: Tem interesses restritos. Quando gostam de algum brinquedo, só usam aquele. Por exemplo, uma criança que só brinca com objetos quadrados e se revolta quando os redondos lhe são oferecidos
:: Não tolera mudanças
CADERNO VIDA ZH
www.zerohora.com.br
Estudantes do Brasil são os que têm menos livros em casa, aponta levantamento do Pisa
Quase 40% dos alunos brasileiros têm no máximo 10 obras
Juliana Bublitz | juliana.bublitz@zerohora.com.br
Folhear as páginas de um livro pinçado ao acaso nas prateleiras de casa é algo bem menos corriqueiro no Brasil do que muitos de nós imaginam. Pelo menos é o que indica um levantamento do Movimento Todos Pela Educação, segundo o qual quase 40% dos estudantes do país vivem em lares onde as obras literárias são artigos raros: em média, não passam de 10 exemplares.
Divulgada em março, a pesquisa teve como base os resultados do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa) de 2010, que envolveu 65 países ao redor do mundo.
O cenário brasileiro é considerado um dos piores. Se 39,5% das crianças e adolescentes disseram ter, no máximo, uma dezena de títulos em sua residência, outros 30,4% admitiram que o número não supera os 25. Somente 8,1% dividem espaço com mais de cem obras dentro da própria moradia.
Para efeito de comparação, em países como a Islândia, mais da metade da população estudantil conta com verdadeiras bibliotecas particulares, turbinadas por mais de uma centena de edições. Luxemburgo, um pequeno país encravado na Europa ocidental, entre a Bélgica, a França e a Alemanha, é o campeão "mais de 500 obras": nada menos do que 15,7% de seus estudantes desfrutam dessa condição.
É evidente que a simples posse de livros não garante um desempenho melhor, especialmente naqueles casos — tão comuns — em que acabam cumprindo o papel de meros enfeites. Ainda assim, a pesquisa mostrou que os jovens que convivem com esses objetos tiveram resultados superiores nas provas do programa.
Educadores são unânimes ao afirmar que, crescer em uma família marcada pelas letras, é determinante para o desenvolvimento intelectual.
— Mesmo que a criança não saiba ler e que os livros estejam na estante apenas para bonito, só o fato dela ter contato já é importante para que comece a se familiarizar e, no futuro, desenvolver o hábito da leitura — ressalta a professora Tania Beatriz Iwaszko Marques, da Faculdade de Educação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).
ZERO HORA
Divulgada em março, a pesquisa teve como base os resultados do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa) de 2010, que envolveu 65 países ao redor do mundo.
O cenário brasileiro é considerado um dos piores. Se 39,5% das crianças e adolescentes disseram ter, no máximo, uma dezena de títulos em sua residência, outros 30,4% admitiram que o número não supera os 25. Somente 8,1% dividem espaço com mais de cem obras dentro da própria moradia.
Para efeito de comparação, em países como a Islândia, mais da metade da população estudantil conta com verdadeiras bibliotecas particulares, turbinadas por mais de uma centena de edições. Luxemburgo, um pequeno país encravado na Europa ocidental, entre a Bélgica, a França e a Alemanha, é o campeão "mais de 500 obras": nada menos do que 15,7% de seus estudantes desfrutam dessa condição.
É evidente que a simples posse de livros não garante um desempenho melhor, especialmente naqueles casos — tão comuns — em que acabam cumprindo o papel de meros enfeites. Ainda assim, a pesquisa mostrou que os jovens que convivem com esses objetos tiveram resultados superiores nas provas do programa.
Educadores são unânimes ao afirmar que, crescer em uma família marcada pelas letras, é determinante para o desenvolvimento intelectual.
— Mesmo que a criança não saiba ler e que os livros estejam na estante apenas para bonito, só o fato dela ter contato já é importante para que comece a se familiarizar e, no futuro, desenvolver o hábito da leitura — ressalta a professora Tania Beatriz Iwaszko Marques, da Faculdade de Educação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).
ZERO HORA
segunda-feira, 14 de março de 2011
Cientistas dizem ter encontrado a cidade perdida de Atlântida
Ruínas foram localizadas no sul da Espanha por geólogos e arqueólogos.
Cidade teria sido varrida por tsunami há milhares de anos.
Do G1, com informações da Reuters
Uma equipe de pesquisadores norte-americanos acredita ter encontrado a cidade perdida de Atlântida. Eles acreditam que a lendária metrópole se localize no sul da Espanha e tenha sido varrida por um tsunami há milhares de anos.
Os arqueólogos e geólogos chegaram à conclusão de que ela fica nos pântanos do Parque Nacional Doñana, a norte de Cádiz. Durante 2009 e 2010, eles utilizaram radares subterrâneos, mapeamento digital e tecnologia subaquática para rastrear o local.
“É muito difícil imaginar que um tsunami consiga entrar 100 km terra adentro, mas é exatamente disso que estamos falando”, afirmou Richard Freund, pesquisador da Universidade de Harvard, à Reuters.
A hipótese é de que os sobreviventes teriam fugido para o interior e construído novas cidades. No centro da Espanha, Freund descobriu uma série de “cidades memoriais”, feitas pelos refugiados à imagem de Atlântida, o que deu mais evidências e confiança aos pesquisadores. Eles pretendem prosseguir as escavações e os estudos na região.
“Encontramos algo que ninguém nunca tinha visto antes, o que dá um reforço de credibilidade, especialmente para a arqueologia, pois faz muito mais sentido”, acrescentou Freund. Ele lembrou ainda que há relatos de tsunamis na região por séculos, sendo o maior registrado o que atingiu Lisboa em 1755.
http://glo.bo/gAaZBQ
Os arqueólogos e geólogos chegaram à conclusão de que ela fica nos pântanos do Parque Nacional Doñana, a norte de Cádiz. Durante 2009 e 2010, eles utilizaram radares subterrâneos, mapeamento digital e tecnologia subaquática para rastrear o local.
“É muito difícil imaginar que um tsunami consiga entrar 100 km terra adentro, mas é exatamente disso que estamos falando”, afirmou Richard Freund, pesquisador da Universidade de Harvard, à Reuters.
A hipótese é de que os sobreviventes teriam fugido para o interior e construído novas cidades. No centro da Espanha, Freund descobriu uma série de “cidades memoriais”, feitas pelos refugiados à imagem de Atlântida, o que deu mais evidências e confiança aos pesquisadores. Eles pretendem prosseguir as escavações e os estudos na região.
“Encontramos algo que ninguém nunca tinha visto antes, o que dá um reforço de credibilidade, especialmente para a arqueologia, pois faz muito mais sentido”, acrescentou Freund. Ele lembrou ainda que há relatos de tsunamis na região por séculos, sendo o maior registrado o que atingiu Lisboa em 1755.
http://glo.bo/gAaZBQ
sábado, 12 de março de 2011
Bravo, Bravíssimo Maestro, ou o Obituário da cultura de resultados
Quando vemos gestores de organizações tomando algumas atitudes que vão contra o fluxo da história, paramos para tentar entender o porquê de seus procedimentos. Fazem isso, às vezes, por ignorância, outras por pressão institucional por resultados, e em alguns casos, por deformação moral. Rasgar a História de um grupo pode parecer tarefa fácil, mas exige alguns procedimentos. Primeiramente tire seu credo, sua crença. Segundo, tire seu foco, seu objetivo, pois de nada adianta pessoas que não sabem para onde ir, aonde chegar. E em terceiro, deponha, demita, elimine seu líder. Velha receita já nos ensinada a muito por Maquiavel. A demissão do Maestro João Paulo Sefrin da regência do Coral Unisinos, não cala somente a vez e a voz de nosso mestre, mas cala e fere toda uma geração de cantores e cantoras, que foram criados sob sua égide e seus ensinamentos, que por sua vez nunca nos deixou que nos esquecêssemos dos nossos mentores. Da professora Silvia Prieto precursora e seu violão na década de sessenta, do professor Thomas nosso primeiro regente na década de setenta, do inesquecível Zé Pedro, da professora Lúcia Passos, e de todos, centenas de cantores que passaram pelo Coral Unisinos nestes quase quarenta e cinco anos. Eis aqui, a diferença, que admito possa ser a nossa diferença, mas que não está comprometida com uma visão que aceita a opressão, a injustiça, a indiferença. Visão esta nos ensinada dentro das salas de aula da Unisinos e difundida pela Companhia de Jesus nestes pagos desde os longínquos anos de 1628. Na convivência com o Maestro Sefrin, vivenciamos não somente música, mas respeito ao próximo, as diferenças, e as pessoas. Líder nato, humano como só ele, Maestro na concepção da palavra, nosso mestre, amigo, nosso professor. Que este texto não pareça o obituário de nosso mestre e amigo, mas que sirva como obituário de nossos projetos, ideais, nossos sentimentos como grupo, que termina aqui para esta geração que acreditava na cultura pela cultura, na música como instrumento que pode e muda sim a vida, o meio e o entorno das pessoas. Mudou nossas vidas enquanto cantores e das pessoas que de alguma forma e em algum momento foram tocadas por nossos sentimentos. Embora possa servir sim de obituário, pelo menos nosso obituário para um projeto que fora eleito pela Unisinos para a área cultural que prima pela ignorância, pela pressão institucional por resultados, e em alguns casos por deformação moral, quando copia projetos passados e por nós vividos, mudando somente seus nomes e títulos.
Paulo Henrique Rodrigues Machado
Ex-Coralista do Coral Unisinos
phrmachado@yahoo.com.br
quinta-feira, 3 de março de 2011
Menos um
Enquanto isso, graças às belas leis criadas por políticos de alto calibre, reduziram um período de literatura no meu 3º ano, totalizando um período mísero semanal. Haja qualidade. Nem sei como contar aos alunos, estou muito chateada e decepcionada. Passar no vestibular e no ENEM fica bem mais difícil assim.
domingo, 27 de fevereiro de 2011
Piada de Professor
Havia certa vez um homem navegando com seu balão, por um lugar desconhecido. Ele estava completamente perdido, e qual grande foi sua surpresa quando encontrou uma pessoa... Ao reduzir um pouco a altitude do balão, em uma distância de 10m aproximadamente, ele gritou para a pessoa:
- Hei, você aí , aonde eu estou? E então a jovem respondeu:
- Você está num balão a 10 m de altura!
Então o homem fez outra pergunta:
- Você é professora, não é?
A moça respondeu:
- Sim...puxa! Como o senhor adivinhou?
E o homem:
- É simples, Você me deu uma resposta tecnicamente correta, mas que não me serve para nada...
Então a professora pergunta:
- O senhor é secretário da educação, não é?
E o homem:
- Sou...Como você adivinhou???
E a Professora:
- Simples: o senhor está completamente perdido, não sabe fazer nada e ainda quer colocar a culpa no professor.
- Hei, você aí , aonde eu estou? E então a jovem respondeu:
- Você está num balão a 10 m de altura!
Então o homem fez outra pergunta:
- Você é professora, não é?
A moça respondeu:
- Sim...puxa! Como o senhor adivinhou?
E o homem:
- É simples, Você me deu uma resposta tecnicamente correta, mas que não me serve para nada...
Então a professora pergunta:
- O senhor é secretário da educação, não é?
E o homem:
- Sou...Como você adivinhou???
E a Professora:
- Simples: o senhor está completamente perdido, não sabe fazer nada e ainda quer colocar a culpa no professor.
Morreremos subdesenvolvidos: que vontade de jogar meu diploma no lixo!
Educadores lamentam escolha de Tiririca para comissão na Câmara
Indicado para Educação, palhaço teve de provar à Justiça não ser analfabeto; ele pediu a seu partido, o PR, para ser indicado ao posto
25 de fevereiro de 2011 | 20h 51
Eduardo Bresciani, do Estadão.com.br e Gabriel Manzano, de O Estado de S. Paulo
A escolha foi anunciada pelo líder do PR, Lincoln Portela (MG), e atende a um pedido pessoal do deputado. Um ofício confirmando a indicação - antecipada pelo estadão.com.br às 15h38 desta sexta - será protocolado pelo PR na terça-feira. Segundo a assessoria de Tiririca, ele queria muito fazer parte da comissão porque pretende atuar, como deputado, na área artística. É até filiado, em São Paulo, ao sindicato da categoria.
A notícia espalhou surpresa e desconsolo entre educadores."É um retrato da sociedade que temos", reagiu o professor Mozart Neves Ramos, da ONG Todos pela Educação. "Acho lamentável", acrescenta a titular de Pedagogia da Faculdade de Educação da Unicamp, Maria Márcia Malavasi. "Não por ele, mas porque há tantas outras pessoas com carreira, seriedade e currículo para essa missão."
Tiririca vai discutir e votar políticas educacionais depois de chegar ao Congresso envolvido numa aura de analfabetismo. Eleito com mais de 1,3 milhão de votos - a segunda maior votação da história da Câmara -, só conseguiu tomar posse depois de provar, perante um juiz eleitoral, que sabia ler e escrever. O argumento do juiz Aloisio Silveira, que o aprovou no TRE paulista, foi que "a Justiça Eleitoral tem considerado inelegíveis apenas os analfabetos absolutos e não os funcionais". O educador Mozart Ramos fez uma comparação: "Imagino se, na hora de formar uma seleção brasileira de futebol, houvesse vagas e cotas para os clubes, como para os partidos". O mais grave, observou, é que este é um ano importante para as causas educacionais. "Temos um Plano Nacional de Educação a ser definido. Com ele, a Lei de Responsabilidade Educacional. A reforma do ensino superior, a questão das cotas." Uma agenda "em grande parte técnica, que exige gente de preparo no setor".
Lembrando que o Brasil tem "14 milhões de analfabetos com mais de 15 anos e muitos milhões mais de analfabetos funcionais", ponderou que Tiririca não está preparado para atender "à dramática necessidade de se organizar a educação para uma sociedade moderna e preparada".
Marcia Malavasi, da Unicamp, esclareceu que não tem nada pessoal contra o deputado. "Não se trata de desmerecer as qualidades que ele possa ter. Mas é evidente que há uma inadequação entre o que ele representa e o tamanho dos desafios da educação brasileira."
Completando sua tarde de celebridades, a Câmara emplacou também o ex-jogador de futebol Romário (PSB-RJ) como vice-presidente da Comissão de Turismo e Desporto. Nesse time jogarão também Danrley de Deus (PTB-RS), ex-goleiro do Grêmio, e o ex-boxeador Acelino de Freitas, o Popó. Romário já avisou que pretende trabalhar com os grupos encarregados de organizar a Copa do Mundo , em 2014, e a Olimpíada do Rio, em 2016. A Comissão de Finanças terá o ex-participante do programa Big Brother Brasil Jean Wyllys (PSOL-RJ).
O mundo está obcecado pelo Facebook
http://blogs.estadao.com.br/tv-sem-tv/2011/02/23/o-mundo-esta-obcecado-pelo-facebook/
sábado, 26 de fevereiro de 2011
Prefeito de Manaus diz a moradora 'Minha filha, então, morra, morra'.
Pois é, mas a moradora prefere ficar e morrer mesmo... difícil hein? Morar em área de risco é assinar atestado de óbito. Depois não adianta chorar na televisão.
Assinar:
Postagens (Atom)

