ATENÇÃO!!!!!
Os orelhões com wi-fi do Rio de Janeiro foram considerados muitos feios, então a missão foi abortada.
Impressionante. não?
VIVA O BRASIL!!!!!!!!!!!
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sexta-feira, 15 de julho de 2011
domingo, 10 de julho de 2011
Novos orelhões do Rio oferecem internet sem fio grátis
Primeiros modelos estão sendo instalados em Ipanema, na Zona Sul da cidade.
Além da telefonia fixa tradicional, pontos dão acesso via Wi-Fi em raio de 50m.
Do G1 RJ
O Rio de Janeiro começou a ganhar novos orelhões que, além da tradicional telefonia fixa, oferecem internet sem fio gratuita. De acordo com a operadora de telefonia Oi, Ipanema, na Zona Sul da cidade, foi o bairro escolhido para ser implantado o projeto-piloto.
Ainda segundo a operadora, já foram instalados nove orelhões com Wi-Fi, que permitem acesso à internet num raio de até 50 metros. Com isso, é possível navegar pela web, de graça, em aparelhos móveis, como laptops, celulares e PDAs.
quinta-feira, 23 de junho de 2011
sexta-feira, 1 de abril de 2011
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Novo capítulo começa para os e-readers brasileiros
Aumenta a oferta no mercado nacional de aparelhos para leitura de livros digitais
Guilherme Neves
guilherme.neves@rbsonline.com.br
A partir desta semana, a rede Livraria Cultura está oferecendo com exclusividade um livro que vale por mil. O e-reader (leitor de livros eletrônicos) Alfa, da brasileira Positivo, chega para engrossar a oferta desses aparelhos no Brasil, que até o final deste ano deve ter ao menos cinco dispositivos similares.
Para especialistas, é um sinal de que a leitura digital pode começar a emplacar por aqui. Mas ainda há um obstáculo: a oferta de publicações em português.
Os e-readers permitem carregar centenas de títulos num aparelho leve (em torno de 200 gramas), com as dimensões de um livro médio, a espessura de um lápis e a sensação de leitura similar a do papel. Nos Estados Unidos, a Amazon, responsável pelo Kindle, anunciou em julho que os e-books (livros eletrônicos) já ultrapassam os livros de papel em vendas – nos EUA, o modelo mais barato do Kindle custa US$ 139, enquanto, no Brasil, fica em torno de R$ 550.
Além do Kindle e do Alfa (da Positivo), o consumidor brasileiro tem à disposição o Cool-Er, vendido pela livraria virtual Gato Sabido desde janeiro. Hardware para leitura digital existe. O problema no país ainda são os e-books.
– Quando você experimenta o aparelho, se apaixona pela experiência. Mas, sem conteúdo, as pessoas não vão ter tanto interesse – diz Luciana Ernanny Legey, sócia da Gato Sabido, que vendeu 400 aparelhos desde o início do ano.
No acervo, há 1,5 mil títulos em português e 100 mil em inglês. Na Livraria Cultura, a diferença é mais marcante – 500 livros nacionais, para 120 mil importados. Buscando aumentar a oferta de obras brasileiras, a Cultura firmou, em junho, um acordo com editores.
Para o professor Celso Poderoso, da Faculdade de Informática e Administração Paulista (Fiap), a oferta maior de aparelhos deve gerar demanda de e-books, abrindo caminho para uma mudança no hábito de leitura no Brasil.
– É um ciclo. A oferta de e-readers deve baratear o custo e atrair mais editoras, dando acesso às vantagens de portabilidade e praticidade dos e-books para mais pessoas. A leitura eletrônica deve se consolidar num futuro próximo – diz Poderoso.
ZERO HORA
Guilherme Neves
guilherme.neves@rbsonline.com.br
A partir desta semana, a rede Livraria Cultura está oferecendo com exclusividade um livro que vale por mil. O e-reader (leitor de livros eletrônicos) Alfa, da brasileira Positivo, chega para engrossar a oferta desses aparelhos no Brasil, que até o final deste ano deve ter ao menos cinco dispositivos similares.
Para especialistas, é um sinal de que a leitura digital pode começar a emplacar por aqui. Mas ainda há um obstáculo: a oferta de publicações em português.
Os e-readers permitem carregar centenas de títulos num aparelho leve (em torno de 200 gramas), com as dimensões de um livro médio, a espessura de um lápis e a sensação de leitura similar a do papel. Nos Estados Unidos, a Amazon, responsável pelo Kindle, anunciou em julho que os e-books (livros eletrônicos) já ultrapassam os livros de papel em vendas – nos EUA, o modelo mais barato do Kindle custa US$ 139, enquanto, no Brasil, fica em torno de R$ 550.
Além do Kindle e do Alfa (da Positivo), o consumidor brasileiro tem à disposição o Cool-Er, vendido pela livraria virtual Gato Sabido desde janeiro. Hardware para leitura digital existe. O problema no país ainda são os e-books.
– Quando você experimenta o aparelho, se apaixona pela experiência. Mas, sem conteúdo, as pessoas não vão ter tanto interesse – diz Luciana Ernanny Legey, sócia da Gato Sabido, que vendeu 400 aparelhos desde o início do ano.
No acervo, há 1,5 mil títulos em português e 100 mil em inglês. Na Livraria Cultura, a diferença é mais marcante – 500 livros nacionais, para 120 mil importados. Buscando aumentar a oferta de obras brasileiras, a Cultura firmou, em junho, um acordo com editores.
Para o professor Celso Poderoso, da Faculdade de Informática e Administração Paulista (Fiap), a oferta maior de aparelhos deve gerar demanda de e-books, abrindo caminho para uma mudança no hábito de leitura no Brasil.
– É um ciclo. A oferta de e-readers deve baratear o custo e atrair mais editoras, dando acesso às vantagens de portabilidade e praticidade dos e-books para mais pessoas. A leitura eletrônica deve se consolidar num futuro próximo – diz Poderoso.
ZERO HORA
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