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terça-feira, 7 de junho de 2011
sábado, 2 de abril de 2011
Estudantes do Brasil são os que têm menos livros em casa, aponta levantamento do Pisa
Quase 40% dos alunos brasileiros têm no máximo 10 obras
Juliana Bublitz | juliana.bublitz@zerohora.com.br
Folhear as páginas de um livro pinçado ao acaso nas prateleiras de casa é algo bem menos corriqueiro no Brasil do que muitos de nós imaginam. Pelo menos é o que indica um levantamento do Movimento Todos Pela Educação, segundo o qual quase 40% dos estudantes do país vivem em lares onde as obras literárias são artigos raros: em média, não passam de 10 exemplares.
Divulgada em março, a pesquisa teve como base os resultados do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa) de 2010, que envolveu 65 países ao redor do mundo.
O cenário brasileiro é considerado um dos piores. Se 39,5% das crianças e adolescentes disseram ter, no máximo, uma dezena de títulos em sua residência, outros 30,4% admitiram que o número não supera os 25. Somente 8,1% dividem espaço com mais de cem obras dentro da própria moradia.
Para efeito de comparação, em países como a Islândia, mais da metade da população estudantil conta com verdadeiras bibliotecas particulares, turbinadas por mais de uma centena de edições. Luxemburgo, um pequeno país encravado na Europa ocidental, entre a Bélgica, a França e a Alemanha, é o campeão "mais de 500 obras": nada menos do que 15,7% de seus estudantes desfrutam dessa condição.
É evidente que a simples posse de livros não garante um desempenho melhor, especialmente naqueles casos — tão comuns — em que acabam cumprindo o papel de meros enfeites. Ainda assim, a pesquisa mostrou que os jovens que convivem com esses objetos tiveram resultados superiores nas provas do programa.
Educadores são unânimes ao afirmar que, crescer em uma família marcada pelas letras, é determinante para o desenvolvimento intelectual.
— Mesmo que a criança não saiba ler e que os livros estejam na estante apenas para bonito, só o fato dela ter contato já é importante para que comece a se familiarizar e, no futuro, desenvolver o hábito da leitura — ressalta a professora Tania Beatriz Iwaszko Marques, da Faculdade de Educação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).
ZERO HORA
Divulgada em março, a pesquisa teve como base os resultados do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa) de 2010, que envolveu 65 países ao redor do mundo.
O cenário brasileiro é considerado um dos piores. Se 39,5% das crianças e adolescentes disseram ter, no máximo, uma dezena de títulos em sua residência, outros 30,4% admitiram que o número não supera os 25. Somente 8,1% dividem espaço com mais de cem obras dentro da própria moradia.
Para efeito de comparação, em países como a Islândia, mais da metade da população estudantil conta com verdadeiras bibliotecas particulares, turbinadas por mais de uma centena de edições. Luxemburgo, um pequeno país encravado na Europa ocidental, entre a Bélgica, a França e a Alemanha, é o campeão "mais de 500 obras": nada menos do que 15,7% de seus estudantes desfrutam dessa condição.
É evidente que a simples posse de livros não garante um desempenho melhor, especialmente naqueles casos — tão comuns — em que acabam cumprindo o papel de meros enfeites. Ainda assim, a pesquisa mostrou que os jovens que convivem com esses objetos tiveram resultados superiores nas provas do programa.
Educadores são unânimes ao afirmar que, crescer em uma família marcada pelas letras, é determinante para o desenvolvimento intelectual.
— Mesmo que a criança não saiba ler e que os livros estejam na estante apenas para bonito, só o fato dela ter contato já é importante para que comece a se familiarizar e, no futuro, desenvolver o hábito da leitura — ressalta a professora Tania Beatriz Iwaszko Marques, da Faculdade de Educação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).
ZERO HORA
sexta-feira, 4 de março de 2011
O homem que desafiou o poderio católico e venceu
No aniversário de morte de Saladino, conheça o guerreiro muçulmano
http://www.folha.com.br/lv884177 #folha_com
http://www.folha.com.br/lv884177 #folha_com
sábado, 26 de fevereiro de 2011
Livrarias se inspiram no passado para enfrentar avanço das mídias digitais
Geral | 26/02/2011 | 03h58min
Lojas investem em espaço atrante para experiência impossível no ambiente virtual
Jaime Silva | jaime.silva@zerohora.com.br
Em busca de um rumo para seu futuro, as livrarias buscam inspiração no passado. Para enfrentar o crescimento dos meios digitais, como as vendas online e o nascente mercado de e-books, as empresas do ramo no Brasil investem para tornar suas lojas um espaço atraente, que ofereça uma experiência impossível de ser reproduzida no ambiente virtual.
A proposta lembra as livrarias das grandes capitais europeias que serviam de ponto de encontro para escritores e amantes da literatura no início do século 20, quando a ideia de comprar livros sem sair de casa não passava de fantasia. A versão contemporânea desse conceito se traduz em lojas aconchegantes — com poltronas e um café, por exemplo —, atendimento especializado e a realização de atividades culturais paralelas, como palestras e oficinas literárias.
— A livraria que ainda se basear só em um grande balcão e estantes vai fechar — sentencia o vice-presidente da Associação Nacional de Livrarias (ANL), Ednilson Xavier.
O debate sobre o futuro das livrarias enquanto modelo de negócio ganhou força nos últimos dias com o anúncio da concordata da rede norte-americana Borders, fundada em 1971 e considerada a criadora do formato de megalivraria. A derrocada da Borders, uma rede de 650 lojas e 19,5 mil funcionários, colocou em discussão o modelo de grandes lojas e a concorrência dos e-books, que no passado cresceram 164,4% nos Estados Unidos.
No Brasil, o cenário é distinto. As vendas de e-books são tão incipientes que ainda não oficialmente mapeadas, afirma Ednei Procópio, integrante da Comissão do Livro Digital da Câmara Brasileira do Livro e pesquisador do tema. Apenas em 2010, as grandes livrarias passaram a oferecer e-books regularmente em seus sites. Para Procópio, uma das razões para os livros eletrônicos venderem pouco no Brasil é a escassez de títulos em português, cerca de 5 mil. Apenas como comparação, a Barnes & Noble, maior rede de livrarias dos EUA, quando colocou o seu e-reader no mercado, contava com mais de 1 milhão de títulos.
— Além de não termos o mesmo nível tecnológico no Brasil, ainda temos de avançar muito em ampliação de público leitor.
Se algum dia uma livraria fechar no país, não será por causa do e-book — diz Procópio.
ZERO HORA
A proposta lembra as livrarias das grandes capitais europeias que serviam de ponto de encontro para escritores e amantes da literatura no início do século 20, quando a ideia de comprar livros sem sair de casa não passava de fantasia. A versão contemporânea desse conceito se traduz em lojas aconchegantes — com poltronas e um café, por exemplo —, atendimento especializado e a realização de atividades culturais paralelas, como palestras e oficinas literárias.
— A livraria que ainda se basear só em um grande balcão e estantes vai fechar — sentencia o vice-presidente da Associação Nacional de Livrarias (ANL), Ednilson Xavier.
O debate sobre o futuro das livrarias enquanto modelo de negócio ganhou força nos últimos dias com o anúncio da concordata da rede norte-americana Borders, fundada em 1971 e considerada a criadora do formato de megalivraria. A derrocada da Borders, uma rede de 650 lojas e 19,5 mil funcionários, colocou em discussão o modelo de grandes lojas e a concorrência dos e-books, que no passado cresceram 164,4% nos Estados Unidos.
No Brasil, o cenário é distinto. As vendas de e-books são tão incipientes que ainda não oficialmente mapeadas, afirma Ednei Procópio, integrante da Comissão do Livro Digital da Câmara Brasileira do Livro e pesquisador do tema. Apenas em 2010, as grandes livrarias passaram a oferecer e-books regularmente em seus sites. Para Procópio, uma das razões para os livros eletrônicos venderem pouco no Brasil é a escassez de títulos em português, cerca de 5 mil. Apenas como comparação, a Barnes & Noble, maior rede de livrarias dos EUA, quando colocou o seu e-reader no mercado, contava com mais de 1 milhão de títulos.
— Além de não termos o mesmo nível tecnológico no Brasil, ainda temos de avançar muito em ampliação de público leitor.
Se algum dia uma livraria fechar no país, não será por causa do e-book — diz Procópio.
ZERO HORA
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Livro transforma Jane Austen em vampira e critica o novo modismo literário
Escritora inglesa aparece em versão sarcástica na obra de Michael Thomas Ford
GABRIELA ZIMMERMANN
gabriela.zimmermann@an.com.br
http://www.zerohora.com.br/
Uma Jane Austen (1775-1817) ácida, crítica com sua própria obra e cheia de personalidade. Assim, o escritor norte-americano Michael Thomas Ford pinta a escritora de clássicos como Razão e Sensibilidade e Orgulho e Preconceito.
O livro Jane Austen — A Vampira pode ser considerado leitura de tarde de férias: tranquila e despretensiosa. Ford transforma Jane em uma vampira com 233 anos que vive nos Estados Unidos. Com isso, aproveita para alfinetar a onda de romances com temas vampirescos que inundou as livrarias desde o sucesso da saga Crepúsculo. Ford parece criticar livros que utilizam os seres sobrenaturais apenas para atrair leitores ávidos por mais sangue e presas.
Jane Austen – A Vampira começa mostrando o lado sarcástico de Jane que, dona de um livraria em uma pacata cidade ao norte de Nova York, precisa vender e acompanhar leituras de seus antigos sucessos – os quais ela já não aguenta mais. O problema é que ela não entende por que tanta gente ainda relê seus livros. E mais: como podem até se fantasiar de senhor Darcy, o mocinho de Orgulho e Preconceito.
Ford usa trechos reais de cartas de Austen à irmã Cassandra, o que o ajuda a construir essa Jane de mais de dois séculos de vida. Talvez pelas centenas de anos, a protagonista agora esteja mais crítica ainda e um pouco impaciente com o mundo. A nova Jane tem problemas para lançar seu mais recente romance e se vê às voltas com o orçamento apertado, já que não tem como receber por seus livros, pois está morta para o mundo.
O mote ajuda a reforçar a acidez e a falta de paciência da personagem, que vai ter de lidar também com um romance do passado, um admirador que trabalha perto e uma paixão pelo seu novo agente literário. As palavras que mais definem o livro são diversão e leveza. Ford compõe um cenário inusitado: Austen achando graça e ficando impaciente com o mundo moderno.
Além de Jane Austen, o autor aproveita para falar sobre as novas gerações de autores célebres, como Lord Byron (que, acreditem, foi o responsável por transformar Jane em vampira e segue os séculos apaixonado por ela). Sem dúvida, o livro aproveita o modismo e recicla autores de maneira divertida e bem provável. Para quem gosta de “embalagens”, o livro tem, ainda, uma capa bem montada e design condizente com a história, em uma edição criativa.
O autor é especialista em comédia e histórias macabras, escreveu diversos livros juvenis e adultos nos Estados Unidos e essa é sua estreia no mercado brasileiro. Ford ganhou o prêmio de Melhor Livro de Humor e tornou-se integrante da Horror Writers Association, após ter sido premiado com o Bram Stoker Award.
Sobre a obra
Jane Austen – A Vampira
- Autor: Michael Thomas Ford
- Lançamento: Lua de Papel, 309 páginas
- Gênero: ficção
- Preço: R$ 39,90
GABRIELA ZIMMERMANN
gabriela.zimmermann@an.com.br
http://www.zerohora.com.br/
Uma Jane Austen (1775-1817) ácida, crítica com sua própria obra e cheia de personalidade. Assim, o escritor norte-americano Michael Thomas Ford pinta a escritora de clássicos como Razão e Sensibilidade e Orgulho e Preconceito.
O livro Jane Austen — A Vampira pode ser considerado leitura de tarde de férias: tranquila e despretensiosa. Ford transforma Jane em uma vampira com 233 anos que vive nos Estados Unidos. Com isso, aproveita para alfinetar a onda de romances com temas vampirescos que inundou as livrarias desde o sucesso da saga Crepúsculo. Ford parece criticar livros que utilizam os seres sobrenaturais apenas para atrair leitores ávidos por mais sangue e presas.
Jane Austen – A Vampira começa mostrando o lado sarcástico de Jane que, dona de um livraria em uma pacata cidade ao norte de Nova York, precisa vender e acompanhar leituras de seus antigos sucessos – os quais ela já não aguenta mais. O problema é que ela não entende por que tanta gente ainda relê seus livros. E mais: como podem até se fantasiar de senhor Darcy, o mocinho de Orgulho e Preconceito.
Ford usa trechos reais de cartas de Austen à irmã Cassandra, o que o ajuda a construir essa Jane de mais de dois séculos de vida. Talvez pelas centenas de anos, a protagonista agora esteja mais crítica ainda e um pouco impaciente com o mundo. A nova Jane tem problemas para lançar seu mais recente romance e se vê às voltas com o orçamento apertado, já que não tem como receber por seus livros, pois está morta para o mundo.
O mote ajuda a reforçar a acidez e a falta de paciência da personagem, que vai ter de lidar também com um romance do passado, um admirador que trabalha perto e uma paixão pelo seu novo agente literário. As palavras que mais definem o livro são diversão e leveza. Ford compõe um cenário inusitado: Austen achando graça e ficando impaciente com o mundo moderno.
Além de Jane Austen, o autor aproveita para falar sobre as novas gerações de autores célebres, como Lord Byron (que, acreditem, foi o responsável por transformar Jane em vampira e segue os séculos apaixonado por ela). Sem dúvida, o livro aproveita o modismo e recicla autores de maneira divertida e bem provável. Para quem gosta de “embalagens”, o livro tem, ainda, uma capa bem montada e design condizente com a história, em uma edição criativa.
O autor é especialista em comédia e histórias macabras, escreveu diversos livros juvenis e adultos nos Estados Unidos e essa é sua estreia no mercado brasileiro. Ford ganhou o prêmio de Melhor Livro de Humor e tornou-se integrante da Horror Writers Association, após ter sido premiado com o Bram Stoker Award.
Sobre a obra
Jane Austen – A Vampira
- Autor: Michael Thomas Ford
- Lançamento: Lua de Papel, 309 páginas
- Gênero: ficção
- Preço: R$ 39,90
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Novo capítulo começa para os e-readers brasileiros
Aumenta a oferta no mercado nacional de aparelhos para leitura de livros digitais
Guilherme Neves
guilherme.neves@rbsonline.com.br
A partir desta semana, a rede Livraria Cultura está oferecendo com exclusividade um livro que vale por mil. O e-reader (leitor de livros eletrônicos) Alfa, da brasileira Positivo, chega para engrossar a oferta desses aparelhos no Brasil, que até o final deste ano deve ter ao menos cinco dispositivos similares.
Para especialistas, é um sinal de que a leitura digital pode começar a emplacar por aqui. Mas ainda há um obstáculo: a oferta de publicações em português.
Os e-readers permitem carregar centenas de títulos num aparelho leve (em torno de 200 gramas), com as dimensões de um livro médio, a espessura de um lápis e a sensação de leitura similar a do papel. Nos Estados Unidos, a Amazon, responsável pelo Kindle, anunciou em julho que os e-books (livros eletrônicos) já ultrapassam os livros de papel em vendas – nos EUA, o modelo mais barato do Kindle custa US$ 139, enquanto, no Brasil, fica em torno de R$ 550.
Além do Kindle e do Alfa (da Positivo), o consumidor brasileiro tem à disposição o Cool-Er, vendido pela livraria virtual Gato Sabido desde janeiro. Hardware para leitura digital existe. O problema no país ainda são os e-books.
– Quando você experimenta o aparelho, se apaixona pela experiência. Mas, sem conteúdo, as pessoas não vão ter tanto interesse – diz Luciana Ernanny Legey, sócia da Gato Sabido, que vendeu 400 aparelhos desde o início do ano.
No acervo, há 1,5 mil títulos em português e 100 mil em inglês. Na Livraria Cultura, a diferença é mais marcante – 500 livros nacionais, para 120 mil importados. Buscando aumentar a oferta de obras brasileiras, a Cultura firmou, em junho, um acordo com editores.
Para o professor Celso Poderoso, da Faculdade de Informática e Administração Paulista (Fiap), a oferta maior de aparelhos deve gerar demanda de e-books, abrindo caminho para uma mudança no hábito de leitura no Brasil.
– É um ciclo. A oferta de e-readers deve baratear o custo e atrair mais editoras, dando acesso às vantagens de portabilidade e praticidade dos e-books para mais pessoas. A leitura eletrônica deve se consolidar num futuro próximo – diz Poderoso.
ZERO HORA
Guilherme Neves
guilherme.neves@rbsonline.com.br
A partir desta semana, a rede Livraria Cultura está oferecendo com exclusividade um livro que vale por mil. O e-reader (leitor de livros eletrônicos) Alfa, da brasileira Positivo, chega para engrossar a oferta desses aparelhos no Brasil, que até o final deste ano deve ter ao menos cinco dispositivos similares.
Para especialistas, é um sinal de que a leitura digital pode começar a emplacar por aqui. Mas ainda há um obstáculo: a oferta de publicações em português.
Os e-readers permitem carregar centenas de títulos num aparelho leve (em torno de 200 gramas), com as dimensões de um livro médio, a espessura de um lápis e a sensação de leitura similar a do papel. Nos Estados Unidos, a Amazon, responsável pelo Kindle, anunciou em julho que os e-books (livros eletrônicos) já ultrapassam os livros de papel em vendas – nos EUA, o modelo mais barato do Kindle custa US$ 139, enquanto, no Brasil, fica em torno de R$ 550.
Além do Kindle e do Alfa (da Positivo), o consumidor brasileiro tem à disposição o Cool-Er, vendido pela livraria virtual Gato Sabido desde janeiro. Hardware para leitura digital existe. O problema no país ainda são os e-books.
– Quando você experimenta o aparelho, se apaixona pela experiência. Mas, sem conteúdo, as pessoas não vão ter tanto interesse – diz Luciana Ernanny Legey, sócia da Gato Sabido, que vendeu 400 aparelhos desde o início do ano.
No acervo, há 1,5 mil títulos em português e 100 mil em inglês. Na Livraria Cultura, a diferença é mais marcante – 500 livros nacionais, para 120 mil importados. Buscando aumentar a oferta de obras brasileiras, a Cultura firmou, em junho, um acordo com editores.
Para o professor Celso Poderoso, da Faculdade de Informática e Administração Paulista (Fiap), a oferta maior de aparelhos deve gerar demanda de e-books, abrindo caminho para uma mudança no hábito de leitura no Brasil.
– É um ciclo. A oferta de e-readers deve baratear o custo e atrair mais editoras, dando acesso às vantagens de portabilidade e praticidade dos e-books para mais pessoas. A leitura eletrônica deve se consolidar num futuro próximo – diz Poderoso.
ZERO HORA
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
Percy Jackson e o Ladrão de Raios: Livro e Filme, vale a pena!
Apenas alguns descobrem sua identidade e conseguem chegar à Colina Meio-Sangue, um acampamento de verão em Long Island dedicado ao treinamento de jovens semideuses. Essa é a revelação que leva Percy Jackson a uma incrível busca para ajudar seu verdadeiro pai - o deus dos mares! -, a evitar uma guerra no Olimpo.Com a ajuda do sátiro Grover e de Annabeth, uma filha de Atena, Percy é encarregado de cruzar os Estados Unidos para capturar o ladrão que roubou a mais poderosa arma de destruição já concebida: o raio mestre de Zeus.
No caminho, eles enfrentam uma horda de inimigos mitológicos determinados a detê-los. Em meio aos perigos dessa jornada, Percy precisa confrontar um pai que ele não conhece e se precaver de uma cruel traição.
Leia mais em http://www.percyjackson.com.br/
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