domingo, 27 de fevereiro de 2011

'O Último Mestre do Ar' e 'Sex and the City' vencem Framboesa de Ouro

Nenhuma estrela compareceu à premiação, que completa 31 anos este ano

 
Estadão.com.br
 
O Último Mestre do Ar e Sex and The City foram os destaques do prêmio Framboesa de Ouro deste ano, que elege os piores filmes de Hollywood. Ashton Kutcher (Idas e Vindas do Amor) e Jessica Alba (Entrando Numa Fria Maior Ainda com a Família) foram os atores "agraciados" com a framboesa dourada de pior ator e pior atriz coadjuvante. Kutcher também foi indicado por sua atuação em Par Perfeito, e Jessica por Machete, Idas e Vindas do Amor e o dinamarquês The Killer Inside Me.
Divulgação


Sarah Jessica Parker, Kim Cattrall, Cynthia Nixon e Kristin Davis, estrelas de Sex and the City 2, foram consideradas, em conjunto, as piores atrizes. "As quatro garotas acabaram se tornando as piores embaixadoras que os Estados Unidos poderiam ter", brinca o apresentador do prêmio, Chip Dornell, em referência ao filme, em que Sarah Jessica Parker e suas amigas viram turistas em Abu Dhabi. A comédia ainda ficou com  os prêmios de pior sequência e pior elenco.
O prêmio mais importante da noite ficou com o diretor M. Night Shyamalan,de O Último Mestre do Ar, que "venceu" em mais cinco categorias. Os organizadores comentaram que o filme, baseado em um desenho animado, deixou muitos fãs descontentes. "Logo na estreia, pela primeira vez fãs e críticos concordaram: esse filme é péssimo", disse um apresentador do prêmio.
O Último Mestre do Ar, que estreou em julho do ano passado, conta a história de um garoto com habilidades em manipular os elementos naturais e tem como missão restabelecer a harmonia do mundo. A produção lucrou US$ 320 milhões nas bilheterias do mundo todo, mas recebeu duras críticas.
Diferentemente do ano passado, quando Sandra Bullock apareceu para buscar seu prêmio um dia antes de levar o Oscar, nenhuma estrela compareceu à premiação, que completa 31 anos de existência.
Os "vencedores" do Framboesa de Ouro foram escolhidos com votos de 657 pessoas dos Estados Unidos e outros países.

Confira a lista dos "piores":
FilmeO Último Mestre do Ar
DiretorM. Night Shyamalan (O Último Mestre do Ar)
AtorAshton Kutcher (Par Perfeito e Idas e Vindas do Amor)
Pior AtrizSarah Jessica Parker, Kim Cattrall, Cynthia Nixon e Kristen Davis (Sex and the City 2)
Pior Ator CoadjuvanteJackson Rathbone (O Último Mestre do Ar e A Saga Crepúsculo: Eclipse)
Pior Atriz CoadjuvanteJessica Alba (The Killer Inside Me, Entrando numa Fria Maior Ainda com a Família, Machete e Idas e Vindas do Amor)
RoteiroO Último Mestre do Ar
Casal ou ElencoElenco de Sex and the City 2
Prelúdio, Remake, Sequência ou Plágio Sex and the City 2
3D de Arrancar os OlhosO Último Mestre do Ar

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sábado, 26 de fevereiro de 2011

Prefeito de Manaus diz a moradora 'Minha filha, então, morra, morra'.



Pois é, mas a moradora prefere ficar e morrer mesmo... difícil hein? Morar em área de risco é assinar atestado de óbito. Depois não adianta chorar na televisão.

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Justiça do Rio Grande do Sul dá guarda de criança a casal gay

"O menino está saudável e feliz, frequenta a escola, tem plano de saúde, está entrosado com a família do casal", diz promotor

Daniel Cassol, iG Rio Grande do Sul | 25/02/2011 16:11

A Justiça do Rio Grande do Sul concedeu nesta quinta a guarda provisória de um menino de quatro anos a um casal homossexual. A ação foi promovida pelo Ministério Público de Pelotas, no sul do Estado, que propõe ainda a adoção da criança.

Em 2010, ao julgar o caso de um casal de lésbicas do Rio Grande do Sul, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) reconheceu que casais gays têm o direito de adotar crianças. Na época, o ministro João Otávio de Noronha disse que, embora a decisão tenha valido para um caso específico, teria forte influência em julgamentos futuros, em outras instâncias da Justiça. É o que acontece nesse novo caso, também do Rio Grande do Sul.
A decisão foi tomada pela juíza substituta da Vara Regional da Infância e Juventude, Nilda Stanieski. Ela acolheu o pedido do promotor José Olavo Passos, da Promotoria da Infância e da Juventude.
Há dois anos, o menino foi entregue ao casal pela mãe biológica, que disse não ter condições para criar o filho. Procurado, o Conselho Tutelar autorizou o casal a permanecer com o menino diante da situação em que ele se encontrava, com sarna, piolho e necessitando de atendimento médica. A mãe assinou um termo de entrega do menino ao casal.
O MP pediu a guarda provisória e entrou ainda com uma ação de adoção, para que a criança possa se tornar oficialmente filha do casal. De acordo com o promotor, o casal vive em união estável há oito anos. “Além disso, o menino está saudável e feliz, frequenta a escola, tem plano de saúde, está entrosado com a família do casal, convive com meninos e meninas e tem uma orientação psicológica completamente normal”, afirma.

Livrarias se inspiram no passado para enfrentar avanço das mídias digitais

Geral | 26/02/2011 | 03h58min

Lojas investem em espaço atrante para experiência impossível no ambiente virtual

 
Em busca de um rumo para seu futuro, as livrarias buscam inspiração no passado. Para enfrentar o crescimento dos meios digitais, como as vendas online e o nascente mercado de e-books, as empresas do ramo no Brasil investem para tornar suas lojas um espaço atraente, que ofereça uma experiência impossível de ser reproduzida no ambiente virtual.

A proposta lembra as livrarias das grandes capitais europeias que serviam de ponto de encontro para escritores e amantes da literatura no início do século 20, quando a ideia de comprar livros sem sair de casa não passava de fantasia. A versão contemporânea desse conceito se traduz em lojas aconchegantes — com poltronas e um café, por exemplo —, atendimento especializado e a realização de atividades culturais paralelas, como palestras e oficinas literárias.

— A livraria que ainda se basear só em um grande balcão e estantes vai fechar — sentencia o vice-presidente da Associação Nacional de Livrarias (ANL), Ednilson Xavier.

O debate sobre o futuro das livrarias enquanto modelo de negócio ganhou força nos últimos dias com o anúncio da concordata da rede norte-americana Borders, fundada em 1971 e considerada a criadora do formato de megalivraria. A derrocada da Borders, uma rede de 650 lojas e 19,5 mil funcionários, colocou em discussão o modelo de grandes lojas e a concorrência dos e-books, que no passado cresceram 164,4% nos Estados Unidos.

No Brasil, o cenário é distinto. As vendas de e-books são tão incipientes que ainda não oficialmente mapeadas, afirma Ednei Procópio, integrante da Comissão do Livro Digital da Câmara Brasileira do Livro e pesquisador do tema. Apenas em 2010, as grandes livrarias passaram a oferecer e-books regularmente em seus sites. Para Procópio, uma das razões para os livros eletrônicos venderem pouco no Brasil é a escassez de títulos em português, cerca de 5 mil. Apenas como comparação, a Barnes & Noble, maior rede de livrarias dos EUA, quando colocou o seu e-reader no mercado, contava com mais de 1 milhão de títulos.

— Além de não termos o mesmo nível tecnológico no Brasil, ainda temos de avançar muito em ampliação de público leitor.

Se algum dia uma livraria fechar no país, não será por causa do e-book — diz Procópio.


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